O objetivo deste Blog é informar as pessoas sobre os mais variados assuntos, os quais não se vê com frequência nas mídias convencionais e ajudar a esclarecer duvidas sobre a nossa complexa realidade.

Aqui irei expor textos, reflexões, videos, imagens e etc. relacionados com os seguintes assuntos:
Psicologia, Teologia, Espiritualidade, Filosofia, Antropologia, Sociologia e o funcionamento do sistema em geral.

Não esperamos que acreditem no que é apresentado aqui sem primeiro investigar por vocês mesmos, e nós insistimos que vocês o façam!
O que é postado aqui são apenas perspectivas e não "verdades absolutas", com isso quero dizer que não tentarei convence-los, mas estimula-los a irem além do que conhecem, ou acreditam conhecer.
Busquem informação e ajudem a dissemina-la! Com informação vem conhecimento, com conhecimento sabedoria, a sabedoria lhe aproxima da verdade.... e a verdade o libertará!
Ouça a todos, não siga ninguém.
A única revolução é a SUA Evolução da Consciência!

quarta-feira, 11 de maio de 2016

Revolver

Revolver é um filme franco-inglês de 2005, escrito e dirigido por Guy Ritchie, e tem como protagonistas Jason Statham, Ray Liotta, André "3000" e Vicent Pastore.

Sinopse:
Jake Green(Jason Statham) é um jogador que sempre andou com más companhias e que esteve preso durante 7 anos por ter caído nas teias de Dorothy Macha(Ray Liotta). Agora em liberdade e preparado para por em pratica sua vingança, Jake torna-se imbatível nas mesas de jogo usando uma fórmula (criada a partir de estudos feitos em livros de mecânica quântica sobre os padrões do Universo) que aprendeu com os ex-companheiros de prisão.
Enquanto isso, Macha está a preparar um plano para eliminar sem misericórdia o seu rival, Lord John e aposta a sua credibilidade numa arriscada operação de tráfico de droga com o "todo poderoso", Sam Gold.
Quando Jake vai visitar Macha no seu casino para humilhá-lo em público é salvo pelo enigmático Zach (Vicent Pastore) e o seu sócio Avi (André "3000"), que lhe oferecem proteção contra os capangas de Macha. A partir deste momento Jake entra num jogo, a última coisa que ele queria vir a estar envolvido, onde em cada esquina o perigo está sempre presente. Mas o maior perigo real vem de uma fonte completamente inesperada….

Trailer(sem legenda)


Áudio: Inglês
Legenda: Português
Formato: AVI


ALERTA DE SPOILER

O foco principal do filme é a vida e o despertar de Jake Green para a realização de que ele não é quem acha ser e que os inimigos exteriores foram criados pelo único inimigo que existe: Nós mesmos.
O filme aborda as questões da causa e efeito, que teoricamente é o motivo pela existência do ego, que busca compreender os eventos que acontecem no mundo que chamamos de realidade.
Eu acredito que o que chamamos de "eu" não existe, o que existe são múltiplos "eus" que estão constantemente lutando para se manifestar, o conceito de "eu" é um "trono" criado pela nossa consciência fragmentada, e isso é uma consequência da separação do Absoluto (nossa essência) para poder haver a criação do mundo das formas, que precisa existir para haver qualquer tipo de perspectiva que não seja absoluta(completa, imóvel, perfeita), é preciso para podermos observar a nós mesmos de outra perspectiva, "limitada".
Essa é a dança do Yin e Yang, há a segregação, e então há a unificação, e essa unificação é feita através do momento presente.
A existência desse padrão, que é o ego, se torna um problema quando permitimos que ela tome conta da nossa consciência, quando damos uma "vida própria", ou melhor, nós conceitualizamos em nossa mente que ela não é parte de nós, e assim perdemos o poder sobre ela. É isso que nos ajudou a chegar a esse estado de sofrimento em que vivemos, e é isso que alimenta a existência desse padrão.

Nas palavras do Senhor Green:
"Existe algo sobre você que você não sabe, que até mesmo nega existir, até ser tarde de mais para fazer algo em relação. É o único motivo que o faz levantar de manha para aguentar as merdas do seu chefe, o sangue, suor e lagrimas desperdiçadas.
É porque você quer que as pessoas saibam o quão “bom”, atraente, generoso, engraçado, inteligente, astuto você é…
“Me amem ou tenham medo de mim, mas por
favor, pensem que sou especial”
Compartilhamos um vicio, somos viciados por aprovação.
Estamos nesse jogo pelo tapinha nas costas, o relógio de ouro, o hip-hip-uha.
“Olhe aquele garoto esperto com o seu distintivo, polindo o seu troféu.”
Brilhe em si mesmo diamante maluco!
Porque somos apenas macacos em ternos, implorando pela aceitação dos outros.
Se soubéssemos, não faríamos isso.
Alguém deve estar escondendo isso de nós"
- Jake Green 


Reflexões Acerca do Ego



Buda - A Superação do Ego

segunda-feira, 9 de maio de 2016

O Numero 9


Três personagens em três episódios. Cada um em uma espécie diferente de prisão: o primeiro em uma prisão domiciliar; o segundo em um reality show; e o último preso ao vício por games de computador. Em sua estreia como diretor no filme “Número 9” (The Nines, 2007), John August  faz uma reflexão metalinguística sobre o trabalho do diretor/roteirista no cinema usando uma poderosa metáfora gnóstica (Gnosticismo) do protagonista como o próprio ser humano prisioneiro na Terra, cujo planeta é visto como uma realidade mal produzida e roteirizada por um “deus ex machina”: toda vez que o protagonista começa a compreender o simbolismo místico da recorrência do número nove na sua vida, o mundo é desmanchado para recomeçar em um próximo episódio, do zero, levando o personagem principal ao esquecimento da sua verdadeira identidade.



Chris Carter, criador da série “Arquivo X”, em um comentário sobre o episódio chamado “Improbable” da nona temporada fez a seguinte detalhamento do argumento da estória: “tudo é sobre a compreensão da natureza de Deus através do uso da numerologia, sincronicidade, probabilidade, reconhecimento de padrões, física teórica ou algo parecido”.

Nesse episódio de Arquivo X a personagem Agente Scully trava um interessante diálogo com a Agente Reys:

Scully: "Veja, Agente Reys, você não pode reduzir tudo na vida, toda criação, toda obra de arte, arquitetura, música, literatura... num jogo de vencedores e perdedores."
Reys: "Por que não? Talvez os vencedores sejam aqueles que jogaram melhor o jogo. Eles conseguiram ver padrões e conexões, assim como nós estamos tentando fazer nesse momento.”


Pois o filme “Número 9” dirigido e escrito por John August (em seu primeiro filme como diretor depois de fazer o roteiro de diversos filmes de Tim Burton) lida diretamente com esse tema ao propor que a compreensão do simbolismo místico das coincidências e sincronicidades permitiria um ser divino escapar da sua prisão corporal. A compreensão dos significados das sincronicidades como ferramenta para a libertação.

Assim como qualquer obra de arte, é um grande erro tentar tomar qualquer coisa como literal ou absoluta, tudo que vemos e sentimos tem vários lados, é preciso sempre se manter aberto para novas possibilidades.


Trailer Legendado




Áudio: Inglês
Legenda: Portugês(BR)
Formato: DvDrip



AVISO DE SPOILER

O filme se desenrola em três episódios a princípio bem distintos (inclusive com lettering indicando as divisões dos segmentos), com os mesmos atores em diferentes “encarnações”. Aos poucos vamos descobrindo que as narrativas se sobrepõem e se interligam na medida em que o filme avança:



"The Prisoner": conta a história de um ator de televisão (Ryan
Reynolds), que se encontra sob uma espécie de prisão domiciliar com sua assessora (Melissa McCarthy) e uma vizinha frustrada com seu casamento (Hope Davis), fornecendo suas únicas ligações com o mundo exterior. Eventos misteriosos levam-no a questionar se uma ou ambas as mulheres estão enganando a ele sobre a natureza de seu encarceramento.


"Reality Show": é um episódio de meia hora de um “reality TV” chamado "Behind the Screen," que acompanha o processo de criação de um drama de televisão. Depois de ter filmado o piloto, criador/produtor Gavin Taylor(Ryan Reynolds) enfrenta pós-produção com a ajuda de seu melhor amigo (e atriz) Melissa McCarthy e desenvolvimento VP Susan Howard (Hope Davis).


"Knowing": um famoso designer de videogames(também Ryan Reynolds) e sua esposa (Melissa McCarthy) enfrentam problemas com o carro e um lugar remoto. Sua filha (Elle Fanning) descobre informações que o levam a uma escolha difícil e irrevogável.

O filme desafia o espectador a encontrar recorrências ou padrões nesses três episódios e resolver o enigma de uma narrativa propositalmente descontínua e truncada. Para começar os atores, que assumem diversas encarnações nos episódios. Mas as principais recorrências são a condição de prisioneiro dos protagonistas (reforçadas pela condição do prazer proporcionado por um vício) em cada episódio e a onipresença do número nove que aparece em dezenas de situações.

O consumo de crack após um colapso emocional faz a estrela de TV ficar confinada em uma casa; o prazer do roteirista em manipular ficção e realidade o faz permanecer num Reality TV da sua própria vida; e o vício por games que prende o protagonista a uma existência terrena. E a recorrência do número nove, que os personagens interpretados por Ryan Reynolds tentam compreender o porquê da onipresença numérica. Por exemplo, em momentos que fazem lembrar o filme “Amnésia” (Memento, 2000) de Christopher Nolan, o protagonista deixa um post it com um recado para o protagonista de outro episódio: “preste atenção nos noves”.

O filme “Número Nove” já pode ser considerado um clássico do “AstroGnosticismo” tal qual o filme “Earthling” analisado em postagem anterior (veja links abaixo): a visão do ser humano como uma criatura celeste prisioneira em um planeta. Sem conseguir adaptar-se, ele sofre e sente a nostalgia de algo que deixou ou perdeu. No caso de “Número 9”, a maneira de encontrar esse “conhecimento” (explicitado no episódio final) é compreender o simbolismo das sincronicidades, recorrências e padrões que estariam debaixo de nossos narizes. Cegos ou adormecidos, não conseguiríamos perceber.



Deus Ex Machina e Reencarnações

A onipresença do simbolismo
do número nove
Em entrevistas, o diretor Jonhn August afirmou que todo o argumento do filme seria metalinguístico: a responsabilidade do criador (diretor ou roteirista) diante da sua própria criação. “A pergunta ‘qual o direito que você tem de cair fora de tudo o que você escreveu? é a minha própria experiência como escritor quando em muitos momentos tenho que simplesmente pular fora de algum ponto do qual iniciou a narrativa” (“The Nines: John August Interview”, LoveFilm.com). August refere-se ao que os roteiristas chamam de deus ex machina: termo para designar soluções arbitrárias, sem nexo ou plausibilidade na narrativa, para solucionar becos sem saída encontrados em roteiros mal conduzidos.

Mas para fazer essa metalinguagem do próprio ofício do diretor/roteirista, August utilizou uma poderosa e dramática metáfora AstroGnóstica como se a nossa própria existência fosse um roteiro mal feito de um cosmos mal produzido. Os protagonistas dos três episódios (Gary, Gavin e Gabriel) são prisioneiros em mundos onde personagens femininos (Sophia?) tentam atrair a confiança para revelar a sua verdadeira identidade e sua verdadeira origem da qual nada se lembra. “Você não é quem imagina ser”, falam recorrentemente para os personagens prisioneiros interpretados por Ryan Reynolds.

Quando Gary e Gavin (menos Gabriel, que alcançará a gnose final que quebrará o ciclo vicioso) são confrontados com a Verdade simbolizada pela recorrência do número 9, entra em ação o deus ex machina - a intervenção do demiurgo roteirista/diretor: o mundo é desmanchado para ser reconstruído em um próximo episódio, iniciando-se do zero ou do esquecimento do protagonista sobre a revelação anterior.

Tudo isso lembra a visão gnóstica das sucessivas reencarnações na Terra: ao contrário da visão evolucionista ou aditiva espírita (a necessidade das reencarnações como forma de aprendizado), aqui temos uma concepção subtrativa: somos condenados a esquecer e recomeçar do zero, perpetuando a prisão do espírito na carne através da amnésia. Prazeres como o vício das drogas ou a ambição pelo poder (como no segundo episódio focado na busca do sucesso em uma emissora de TV) são estratégias do Demiurgo para nos entreter no próprio esquecimento.

O “Hino da Pérola”

Como o leitor poderá observar quando assistir ao filme, os três episódios se integram como o percurso da jornada espiritual de um peregrino exilado e que tenta atender ao chamado de volta para a sua terra natal, chamado simbolizado pelos padrões e a simbologia dos números.

Gary, Gavin e Gabriel são muito parecidos com os protagonistas Neo de “Matrix” e John Murdock de “Cidade das Sombras” (Dark City, 1998), mas existe uma diferença básica: ao contrário de Neo e Murdock, eles não querem reorganizar ou salvar o mundo. Na verdade eles querem simplesmente fugir do inferno.

Por isso há uma incrível semelhança entre o filme “Número 9” e o poema gnóstico cristão “O Hino da Pérola” escrito supostamente por Bardesanes no século II sobre o relato da peregrinação da alma que termina com a sua salvação simbolizada pela aquisição da “pérola” (a Gnose/Sabedoria) e o posterior retorno à Casa do Pai. Um poema que guarda semelhança com a Parábola do Filho Pródigo de Jesus. Vejamos esse trecho do poema:


“Eu esqueci que era filho dos reis, e eu servi seu rei;
Esqueci a pérola, pela qual meus pais me enviaram,
E por causa do peso de suas opressões eu estava em sono profundo.
Mas todas essas coisas que me aconteceram
Meus pais perceberam, e ficaram tristes por mim.” (cliqueaqui e leia todo o poema)
Ao utilizar uma simbologia gnóstica para discutir metalinguisticamente a condição do diretor e roteirista e a sua responsabilidade diante dos personagens e da própria narrativa, John August confirma uma hipótese de muitos pesquisadores sobre o filme gnóstico como Erik Wilson, Christopher Knowles e eu mesmo: se o cinema é a própria atualização do mito da Caverna de Platão, então certamente esse meio é a expressão artística mais adequada para que os espectadores entrem em contato com realidades mais profundas – a busca da centelha de redenção e gnose através de simbolismos dentro de um meio que nos faz imergir por duas horas em uma outra dimensão.


Analise adaptada de:
Cine Gnose - Cinema Secreto

Ficha Técnica

  • Título: Número 9 (The Nines)
  • Diretor: John August
  • Roteiro: John August
  • Elenco: Ryan Reynolds, Melissa McCarthy, Hope Davis, Elle Fanning
  • Produção: Destination Films, Jinks/Cohen Company
  • Distribuição: Sony Pictures Home Entertainment (DVD)
  • Ano: 2007
  • País: EUA



sábado, 7 de maio de 2016

Fight Club - Clube da Luta

Fight Club (br: Clube da Luta pt: Clube de Combate), é um filme norte-americano de 1999, que trata sobre a sociedade atual de uma maneira nada convencional. Ao contrário do que muitos pensam o filme não se trata de pura violência, nem a banaliza. Clube da Luta é um filme ideológico, com uma crítica bem ácida sobre a sociedade moderna. A sua interpretação sobre a mensagem do filme não deve ser tomada como definitiva, assim como qualquer obra de arte, tudo está disposto a várias interpretações.
O filme é baseado em romance homônimo de Chuck Palahniuk, publicado em 1996. O filme é protagonizado por Edward Norton, Brad Pitt e Helena Bonham Carter.

Sinopse:
Jack(Edward Norton) é um executivo neurótico que tem uma vida extremamente monótona, trabalha como investigador de seguros de uma empresa de automóveis e busca no consumo a satisfação pessoal. Vive uma vida "confortável", mas sua ansiedade o faz criar situações que o levam a conhecer pessoas "problemáticas" como Marla Singer(Helena Bonham Carter) e a conhecer "estranhos" como Tyler Durden(Brad Pitt). Misterioso e cheio de ideias, Tyler apresenta para Jack um grupo secreto que se encontra para extravasar suas angústias e tensões através de violentos combates corporais.
- Nota IMDB -

Trailer Legendado


Download (Legendado)
Áudio: Inglês
Legenda: Português
Formato: RMVB
Tamanho: 433MB

Download (Dublado)
Áudio: Português
Legenda: Não
Formato: RMVB
Tamanho: 450 MB



AVISO DE SPOILER!

Se você ainda não viu o filme, não leia!

Opinião sobre o Filme.

Alguns acharam o filme excepcional, revolucionário, um soco no estômago do consumismo da sociedade ocidental. Enquanto outros viram como uma ferramenta de corrupção da verdadeira revolução: A revolução da consciência.

Se por um lado "Clube da Luta" incomoda e mexe na ferida da sociedade de consumo, por outro prega um pseudo-anarquismo sem sentido e perigoso calcado apenas na violência e na destruição sem limites, tendo como personagens principais pessoas vazias e recalcadas com o "sistema", que encontram a redenção no tal "Projeto Caos" idealizado por Tyler, e que consiste na destruição sistemática do mundo capitalista.
Mas para colocar o que no lugar? Essa gente louca e desajustada do filme que encontra o "sentido da vida" no tal Clube da Luta onde enchem uns aos outros de porrada?

Apesar da óbvia boa intenção dos realizadores do filme, Clube da Luta acaba passando a mensagem errada para os espectadores menos capacitados intelectualmente para "captar" o que existe por trás de toda a violência e loucura que se vê na tela.


Mas lembre-se: Os símbolos são neutros, somos nós que damos significado ao que estamos captando. É tudo nossa interpretação, então o que realmente importa é a mensagem que você retira. Por isso é importante aprender a lidar com a própria sombra.
O filme foi postado a pedidos, e também porque de fato, cria diversas reflexões sobre a nossa própria vida, nossos comportamentos e o comportamento da sociedade em geral. E também sobre o que acontece quando deixamos que parte de nós seja controlada pela inconsciência. Tyler é o inconsciente reprimido de Jack, que se manifestava sem a permissão consciente do mesmo.

Nas palavras do Tyler:

“Tudo que você quer ser... Eu sou. Eu pareço como você quer parecer, faço sexo como você quer fazer, sou esperto, capaz, e mais importante, sou livre de todas as maneiras que você não é."
"As pessoas fazem isso todos os dias. Elas falam com elas mesmas. Elas vem a si mesmas como gostariam de ser."
"Pouco a pouco, você permite a si mesmo se tornar… Tyler Durden.”

Para uma analise muito mais aprofundada visite:
Cinema Secreto - CineGnose




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